Lá tem erva-mate e carrega o Sul em seu nome. Quem achou que era o Rio Grande se enganou. Ainda do lado esquerdo do peito do país, o Mato Grosso do Sul tem tereré, a bebida típica consumida fria semelhante ao chimarrão, e um território geograficamente privilegiado. O estado abriga dois importantes destinos turísticos: a leste da capital
Campo Grande, rodeada pela Serra da Bodoquena, a cidade de
Bonito – e o maior aquário natural do mundo - está entre os lugares mais visitados do país, por seus rios de águas cristalinas que facilitam a prática de atividades esportivas, como o mergulho e rapel, além da infinidade de cachoeiras, grutas e cavernas. A Serra que envolve
Bonito forma o Parque Nacional da
Serra da Bodoquena que conta ainda com as cidade de Jardim e Bodoquena. O segundo grande ponto turístico do estado sul-matogrossense é o paraíso ecológico do
Pantanal Sul. A maior área alágavel do mundo tem dois terços do seu tamanho hospedados nas terras do estado e as cidades de
Miranda e
Aquidauana são a base dos serviços e hospedagens da região. A posição geográfica de Mato Grosso do Sul favorece a relação com os países fronteiriços.
Ponta Porã e
Porto Murtinho fazem fronteira com o Paraguai e são beneficiadas pela zona franca existente ali. Com a Bolívia,
Corumbá assume o mesmo papel do livre comércio.
Explore o estado do Mato Grosso do Sul por circuitos:

Circuito Capital e Pantanal:
Saindo da capital Campo Grande e indo em direção noroeste passa-se pela bicentenária Miranda, onde é possível fazer um safari pelo rio homônimo, até chegar a Corumbá, de onde partem os barcos para o Pantanal.
Campo Grande ::
Miranda ::
Corumbá

Circuito Serra da Bodoquena:
Tendo como ponto de partida a capital do estado, já que é onde está o aeroporto principal, parte-se em direção sudoeste até alcançar o paraíso da diversão, da ecologia e da aventura. Reserva de uma diversidade ecológica exuberante, Bonito faz jus ao nome. Em torno há ainda Jardim e Bodoquena, parte da grande Serra da Bodoquena.
Bonito :: Jardim :: Bodoquena