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Cidades Históricas

Cidades Históricas - Conheça as Principais Cidades Históricas do Brasil - iTrip

As riquezas do Brasil vão muito além das belas praias e montanhas. A diversidade de ecossistemas misturada com a variedade de povos e culturas movimenta o turismo do país e faz crescer o número de curiosos de todos os lugares do mundo, a fim de conhecer as maravilhas brasileiras. Mas não é só de recantos naturais e miscigenação de povos que vive o Brasil: descoberto em 1500 por portugueses, o país conserva patrimônios históricos que datam inclusive de muito antes da invasão portuguesa. Em meio a tantos roteiros envolvendo litorais, serras e chapadas, os circuitos históricos são também bastante procurados por turistas interessados em aprender sobre o país, diante dos monumentos ainda vivos e conservados, viajando pela memória de um povo em constante construção.


Circuito do Ouro (MG)

Serras virgens no interior do Brasil atrairam os primeiros exploradores, no final do século XVII. Minas Gerais foi a porta de entrada para expedições que descobriram a existência abundante do ouro, que exalava da terra. Algumas cidades se consagraram como capitais da riqueza por concentrarem, naquela época, grande quantidade de ouro e por terem construído igrejas e monumentos repletos do metal nobre, que se mantém até hoje, formando o Circuito do Ouro. Tombadas pelo Patrimônio da Humanidade, os principais acervos históricos estão em Ouro Preto e em Congonhas, onde fica o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos e as obras de Aleijadinho.


Circuito do Diamante (MG)

As jazidas de diamante do Brasil foram descobertas no século XVIII por Bernardo da Fonseca Lobo, em Minas Gerais. A cidade onde a primeira pedra foi encontrada chamava-se Arraial do Tijuco e, diante da descoberta, passou a ser chamada de Diamantina. Concentração de vasto patrimônio histórico-cultural, Diamantina é o ponto inicial para explorar o Circuito do Diamante, pois ainda reúne belezas arquitetônicas e passeios ecológicos. Milho Verde, onde também foi encontrado ouro; Serro, famoso por seu saboroso queijo; e São Gonçalo do Rio das Pedras, onde a Igreja Matriz data de 1737, são outras cidades preferidas pros que fazem o circuito. Rodeado por montanhas, o Circuito do Diamante é presenteado pela Serra do Espinhaço e pela Bacia Hidrográfica do Rio Jequitinhonha, proporcionando visuais incríveis aos viajantes.


Costa do Descobrimento (BA)

O primeiro lugar onde Cabral pôs os pés guarda, além de praias encantadoras, resquícios de 1500 esculpidos em igrejas, largos e, principalmente, no Parque Nacional Monte Pascoal – primeríssima terra avistada pela esquadra portuguesa, que fica a 156km ao sul de Porto Seguro, no estado da Bahia. Além de história, a Reserva Florestal oferece o encontro direto com diversos ecossistemas, incluindo manguezais e restingas. Santa Cruz Cabrália foi, de fato, a primeira cidade a receber os colonizadores, que desembarcaram na larga enseada do lugar, posteriormente chamada de Baía Cabrália. Também fazem parte do roteiro de viagem para explorar a Costa do Descobrimento as vilas de Arraial D´ájuda e Trancoso, onde vale a pena procurar pelo artesanato indígena ainda presente.


Goiás e Pirenópolis (GO)

Ambas as cidades do Estado de Goiás são tombadas pelo Patrimônio Histórico e Cultural Mundial e guardam riquezas tanto naturais quanto históricas. A cidade de Goiás reserva o maior número de construções protegidas pelo patrimônio de todo o Estado goiano e o foco das construções é a arquitetura barroca peculiar. A cidade se preocupa, ainda, em conservar a cultura africana e indígena, através de manifestações culturais e criação de escolas, como o “Quilombinho”. Depois de duas horas de viagem, chega-se a Pirenópolis, “Capital da Prata”, onde é conhecida a extração da “Pedra de Pirenópolis”, bastante usada pela construção civil e útil na decoração de ruas e casas. Também em Pirenópolis está a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, a mais antiga do Estado de Goiás, contruída por escravos e finalizada em 1732.


São Luís e Alcântara (MA)

A capital do Maranhão é reconhecida pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade devido a um dos maiores conjuntos de arquitetura de origem européia do mundo. São Luís tem 3.500 construções inspiradas no modelo açoriano e não é por menos que é também conhecida como a “Cidade dos Azulejos”, por causa da decoração frontal dos velhos casarões. O centro histórico foi todo construído sob ordens dos senhores produtores de algodão da região e representam o apogeu econômico da cidade, naquela época. Tão popular quanto a arquitetura dos casarios do Centro Histórico é a tradicional Festa do Divino, que acreditam ter chegado ao Maranhão entre 1615 e 1625, trazida pelos religiosos açorianos. No eixo São Luís - Alcântara é onde acontecem as mais famosas, que revigoram as tradições portuguesas, indígenas e africanas. Em Alcântara, por onde se chega através de uma balsa, as Ruínas do Palácio do Imperador mantém vivo o símbolo da rivalidade da aristocracia local, e os dois pequenos palácios que ainda resistem em ruínas foram construídos para receber D. Pedro II mas não tiveram suas obras concluídas.


Olinda (PE)

A pequena cidade invadida por holandeses e portugueses tem um terço do seu território tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. Todo o Centro Histórico preserva o casario colonial e subir e descer as ladeiras a pé é a melhor forma de sentir a memória viva de Olinda. As atividades culturais e o turismo da cidade giram em torno do Patrimônio tombado, onde manifestações de dança e arte acontecem frequentemente. O Convento de São Francisco está entre os conjuntos arquitetônicos mais conhecidos do Brasil, e compreende a Igreja Nossa Senhora das Neves e as capelas de Sant´Ana e de São Roque. As pinturas da Sagrada Família, do século XVIII, são uma atração à parte. A arquitetura barroca do Mosteiro de São Bento, quase toda folheada a ouro, tem a igreja mais rica de Olinda. O Mosteiro guarda peças caríssimas, como portas de jacarandá e sanefas de talha dourada.


Antonina e Morretes(PR)

As duas cidades-irmãs serviram como porta de entrada para a colonização do Estado do Paraná. O antigo porto Barão de Tefé, em Antonina, é um dos pontos turísticos da cidade. A Serra do Mar contorna as cidades, distante 18km uma da outra, e ambas são conhecidas pelo charmoso Centro Histórico, repleto de sobrados coloniais coloridos e calçamento de pedra. A estrada que leva a Morretes é uma das mais bucólicas e antigas do país. O trajeto pode ser feito em um trem, em uma viagem de três horas que corta a Serra do Mar e a Mata Atlântica. Os dois centros mantêm as construções dos jesuítas bem-preservadas, além de museus e espaços culturais.


Penedo (AL)

Primeiro povoado de Alagoas, fundado no século XVI, Penedo é uma das cidades históricas mais belas do país e por isso foi tombada pela UNESCO. Beirando o famoso rio São Francisco, a cidadezinha preserva um centro histórico cheio de museus e igrejas dos séculos XVII e XVIII, sendo o Convento de São Francisco e a Igreja de Santa Maria dos Anjos os principais representantes da arquitetura barroca. Vale a pena conhecer o belo Teatro Sete de Setembro e o Museu do Paço Imperial. Em janeiro, a cidade celebra as águas do Velho Chico com a festa do Bom Jesus dos Navegantes, numa encantadora procissão fluvial. Além disso, na mesma época acontece o Festival de Tradições Populares, com direito a desfiles de bandas de pífanos.


São Cristovão e Laranjeiras (SE)

Laranjeiras é de tal forma importante para a cultura do país que não bastou ter sido toda tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional: precisou tombar alguns monumentos individualmente para mostrar que as construções barrocas de origem portuguesa do início do século XVII têm muito valor para a história brasileira. Próxima da capital Aracaju, Laranjeiras é a segunda cidade mais antiga de Sergipe e concentra o maior número de manifestações culturais e folclóricas do Estado. A cana-de-açúcar e a ascenção econômica no século XIX fizeram Laranjeiras ser cogitada para ser a capital da província. Responsáveis pela construção do acervo arquitetônico, os padres jesuítas chegaram à cidade no fim do século XVII, tendo concluído em 1734 a obra da Igreja de Comandaroba – importante monumento do estado. Distante 34km, a vizinha São Cristóvão também mantém construções barrocas que guardam parte do acervo de arte sacra do Brasil, concentradas da praça São Francisco.


Paraty (RJ)

O ciclo do café no Brasil contou com o porto de Paraty para escoar os produtos para o Rio de Janeiro e Europa. A popularidade da cidade durou até a metade do século XIX, quando os barões mandaram construir a ferrovia São Paulo-Rio, substituindo o caminho tradicional e tirando Paraty da rota do café. Isso deu início à decadência da cidade, que foi esquecida durante muito tempo. Esse esquecimento foi fundamental para a preservação do conjunto arquitetônico, que permitiu com que a cidade fosse nomeada Monumento Histórico Nacional. Hoje, os turistas que visitam Paraty durante o ano todo não acreditam que a cidade tenha sido esquecida. Deve-se conhecê-la a pé, já que carros são proibidos no centro histórico.









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